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Com novas regras, Uber terá de pagar 7% por km rodado à prefeitura de Campo Grande

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Prazo para as operadoras se regulamentarem é de 60 dias a partir desta terça-feira (16).

Motoristas de Uber precisam pagar imposto para o município em Campo Grande

Motoristas de Uber precisam pagar imposto para o município em Campo Grande

Os motoristas de Uber terão 120 dias para se adequarem às novas regras para trabalharem em Campo Grande. Já as operadoras o prazo é de 60 dias a partir desta terça-feira (16). Uma regra que passará a valer é a cobrança de 7% do valor da corrida por quilômetro rodado.

O decreto sobre o uso intensivo da atividade econômica privada de transporte individual de passageiros foi publicado em edição extra do Diário Oficial de Campo Grande de hoje. A publicação revoga os dois decretos anteriores sobre o mesmo assunto.

O dispositivo que limitava o número de carros para transportar passageiros por meio de aplicativo foi revogado. Além de cadastrarem na Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), os motoristas terão de fazer o curso de segurança e atendimento ao cliente que será oferecido pela agência.

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As empresas terão que repassar os 7% por quilômetro rodado direto para as contas da prefeitura. Segundo a Agetran essa cobrança é para contribuir na manutenção da malha viária já que a atividade é tem fins econômicos.

Os veículos também deverão ser identificados com adesivos e as placas deverão ser trocadas por vermelhas, como nos táxis, em até um ano.

O serviço de carros por aplicativos tem ganhado a preferência da população. A empresária Lívia Tosta, 31 anos, chegou a pouco tempo do exterior e aprendeu a preferir os meios de transporte alternativos.

“Pela experiência de quatro meses no exterior, acho que tenho uma mente mais aberto e vejo o Uber como algo muito benéfico para nossa cidade”, disse a empresária.

Lívia e o marido fizeram os cálculos de gastos com combustível. Ela achou mais vantajoso chamar o carro pelo aplicativo, ao invés dele buscá-la, diariamente, no trabalho.

“Eu sempre observei bastante e avaliei os pontos fracos, como alguns carros barulhentos, cheiros de cigarro e erro no trajeto, por exemplo. Só que eu também tenho comércio, sei que é complicado isso e nunca os classifico com nota baixa”, contou. Outra vantagem para a empresária é a forma de pagamento do Uber. “Eu dificilmente ando com dinheiro e a facilidade do cartão, de como é debitado, também contribui muito por conta da praticidade”, disse.

Fonte: G1

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