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O que acontecerá se tivermos uma Lava Jato da Uber?

Como diz o ditado, “não há almoço de graça”.

Por Carlos laia

A maior operação anti-corrupção da história

A exemplo dos recentes acontecimentos políticos no Brasil, onde “o campeão nacional”, Jesley Batista, (JBS) deu um grande golpe faturando milhões, não é de se estranhar que a Uber esteja envolvida em falcatruas e corrupção.

Não será nenhum escândalo se um dia vier a tona o surgimento de somas milionárias pagas em propina para que as autoridades  façam vistas grossas para o não cumprimento da legislação. Não é leviandade achar que isso esteja acontecendo, aja visto os exemplos recentes.

Uma empresa que vale milhões de dolares sendo apenas uma plataforma de tecnologia, que vem sucessivamente passando por sobre as leis do país, somente contando com a conivência das autoridades para manter suas atividades sem ser encomodada.

Se um dia tivermos uma “Lava Jato” dos aplicativos quem ficará de pé?

Essa pergunta pode parecer teoria da conspiração para alguns, mas, a verdade é que no minímo é estranho que o Ministério Público, Legislativo e o Executivo estejam  fazendo vistas grossas para tantas irregularidades.

O taxista também é conivente

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Taxistas diante da Câmara Municipal de São Paulo. Foto: André Bueno / CMSP

Se o brasileiro tem “memória curta”, o que dizer dos taxistas que vem sendo enrolados há três anos? No surgimento da Uber, equivocadamente, os taxistas foram estigados ao confronto, mas como confrontar uma ideia?

Depois de uma coleção de derrotas foram induzidos a aceitar a regulamentação, pelomenos em São Paulo, o maior mercado para os aplicativos, o que se tem ouvido são promessas e sucessivos pedidos de espera sem que se veja resultado prático.

Sempre se falou em uma CPI do táxi, por que não da Uber?

Enquianto isso, mesmo estando nas paginas policiais, o Uber continua operando livremente em São Paulo, se tinha uma liminar que a protegia contra a fiscalização, agora mesmo sem o intrumento jurídico não são admoestado.

Uber terá que revelar documento em caso sobre carros autônomos

Fonte: Exame

A Waymo alegou em um processo neste ano que Anthony Levandowski levou consigo mais de 14 mil arquivos confidenciais antes de deixar a unidade

São Francisco – Um juiz determinou que o aplicativo de transporte de passageiros Uber precisa entregar às autoridades um importante documento que pode esclarecer o que seus executivos sabiam em relação a um alegado roubo de segredos comerciais da Waymo, unidade de carros autônomos da Alphabet.

A Waymo alegou em um processo neste ano que o ex-engenheiro Anthony Levandowski levou consigo mais de 14 mil arquivos confidenciais antes de deixar a unidade para criar uma companhia de caminhões autônomos, a qual o Uber adquiriu logo depois.

O documento em questão é um relatório de due diligence sobre a startup de Levandowski, preparado pelo Uber, durante a negociação de aquisição em 2016.

A Waymo tem tentado obter uma cópia do relatório como parte de sua preparação para o julgamento, mas o Uber tem se recusado a entregá-lo, citando privilégios entre advogado e cliente.

A disputa foi revisada por um juiz magistrado, que emitiu a decisão sob segredo de justiça no começo da semana.

Um circuito federal que fiscaliza o caso fez referência à decisão nesta quarta-feira, deixando claro que o outro magistrado havia decidido a favor da Waymo.

A advogada do Uber Karen Dunn disse ao juiz federal William Alsup que companhia provavelmente decidiria os próximos passos na quinta-feira.

Se o Uber fracassar na apelação, o relatório será entregue a advogados da Waymo, mas não se sabe se seria tornado público.

Uber e Waymo não quiseram comentar.

Sobre Carlos Laia

Comandada por Carlos Laia , A Voz Do Taxista tem por objetivo levar a categoria dos taxistas informação, levantar o debate dos assuntos importantes para o desenvolvimento profissional de toda categoria.

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